Tiago 4.14
O autor responde à pergunta acima: "Sois, apenas, como a neblina, que aparece por instante e logo desaparece". A vida passa ligeira. Por isso, saber viver é uma arte. Se você deseja aproveitar bem a sua vida, atente para estas recomendações:
VIVA CADA DIA. Há pessoas que vivem, ao mesmo tempo, o dia de hoje, o de ontem e o de amanhã. Não há quem suporte isso. Jesus disse "basta ao dia o seu próprio mal" (Mt 6.34). Não guarde, do passado, mágoa, ressentimento, frustração e outros sentimentos que lhe tirem o gosto de viver. Aprenda com o salmista: "Este é o dia que o Senhor fez; regozijemo-nos e alegremo-nos nele." (Sl. 118.24).
VIVA CADA DIA NAS MÃOS DE DEUS. Não deixe de fazer planos e projetos para a sua vida. Mas deixe-os nas mãos do Senhor, e não se preocupe. Deus é dono do destino e do futuro. Todos os nossos dias estão nas suas mãos. No presente, Deus está olhando para você. No futuro, Deus estará olhando por você.
E nesse espírito, CELEBRE A VIDA. Viva o dia de hoje. Esqueça o seu passado. Caminhe para o futuro, confiando na providência de Deus. Valorize a sua vida, vivendo-a na companhia daquele que é a própria vida - Jesus.
Lembre-se de que hoje é o primeiro dia do restante da sua vida. Viva-o, pois, na sua plenitude, com toda a alegria. Viva-o, celebrando a vida, como se fosse uma permanente festa!
Shalom! Vagner Ramos.
Por que há tanta gente solitária nos nossos dias? Por que tantas pessoas vivem cercadas de outras pessoas mas são tão solitárias? O que fazer quando o desespero da solidão nos alcança?
A solidão é uma das maiores fontes de sofrimento nos nossos dias. É de senso comum de muitos psiquiatras e psicólogos que esse distúrbio provoca não somente inúmeras enfermidades psicossomáticas, tais como dor de cabeça, de estômago, entre outras, mas também ansiedades de natureza agressiva que podem levar o indivíduo à ingestão exagerada de álcool e de drogas como a cocaína e a maconha.
Uma das causas da solidão é a competitividade imposta pela estrutura da sociedade na qual vivemos. Em diferentes graus de exigência e em diferentes contextos da vida humana, crianças, adolescentes, adultos e idosos enfrentam o desafio da competição nos relacionamentos.
Muitas pessoas vivem em famílias, igrejas e demais ambientes sociais pautado na convicção de que a amizade, o amor e o cuidado uns para com os outros são valores ideais para uma vida boa e agradável. Entretanto, essas pessoas não conseguem vivenciar esses atributos comunitariamente, não sabem como se relacionar e nem como amar o outro, porque a cultura na qual foram formadas não incorporou esses ideais de vida como relevantes e necessários. Por isso, mesmo em contextos sociais, religiosos, educacionais, etc. propícios para o exercício da interatividade social é possível se encontrar pessoas profundamente solitárias, enclausuradas em si mesmas.
As raízes da solidão são muito profundas e não podem ser resolvidas com palestras de motivação, imagens de propagandas, mostrando pessoas alegres em torno de uma garrafa de cerveja ou de posse se um carro novo. Isso porque, apesar desses tipos de motivações apontarem para uma vida bem sucedida e portanto sem solidão, elas acabam passando a idéia de que a cura da solidão e a conquista da felicidade dependem da capacidade de consumo das pessoas.
Muitos também acham que o casamento, as amizades, o convívio numa igreja seriam a solução para a nossa solidão. Infelizmente, às vezes, a ilusão tem mais força do que a realidade. Há pessoas que estão ocupando esses espaços, mas estão vivendo solitariamente. Vivem a procura de um encontro, de um abraço, de um ombro e de uma conversa amiga. Vivem o desejo de serem aceitas e acolhidas por alguém. Quantas pessoas são casadas, dormem na mesma cama com outra pessoa, mas vivem na mais absoluta solidão? Certamente são muitas.
As questões relativas à solidão são difíceis de serem diagnosticadas e explicadas, porque elas estão relacionadas a feridas do coração humano, com as mais diversas patologias psíquicas e emocionais. Todavia, segundo a Palavra de Deus, em Cristo encontramos a cura para as feridas mais profundas da alma.
A solidão pode ser erradicada da nossa vida interior quando houver uma conversão verdadeira em duas direções: a conversão a Deus, e a conversão ao próximo. A cura da solidão não se dá na tentativa de fugir, de esquecer ou de evitá-la. Para romper essa barreira, é necessário a coragem oriunda da fé dada por Deus. Essa disponibilidade interior não nos livra da solidão de modo imediato, primeiro, ela nos conduz ao deserto do nosso próprio isolamento e, então, descobrirmos a possibilidade de, através da nossa conversão a Cristo, nos voltarmos para Deus e para os outros e, assim, começarmos a construir no deserto da solidão da nossa vida um verdadeiro oásis.
Jesus nos ensina que a forma de acabar com a solidão é amar a Deus acima de todas as coisas e, como conseqüência, amar ao próximo. Jesus disse ao intérprete da lei: "Amarás o Senhor, teu Deus, de todo o teu coração, e de toda a tua alma, e de todo o teu pensamento" Este é o primeiro e grande mandamento. O segundo, semelhante a este: "amarás o teu próximo como a ti mesmo" (Lc.10:27). Muitos têm dificuldade de acreditar que da sequidão do deserto em que vivem podem brotar grandes variedades de flores e da feiúra da solidão que sentem podem gerar muita beleza.
Jesus demonstra e nos oferece essa possibilidade ao dizer: "...se o grão de trigo não morrer fica só" (Jô 12:24). Na morte solitária de Cristo na cruz abriu-se a possibilidade de vivermos em comunhão uns com os outros, portanto sem solidão.
Quem é pentecostal e não conhece ou não ouviu falar do Pastor Marco Feliciano? O Pastor Marco Feliciano foi levantado por Deus no tempo do fim para ser um baluarte, um profeta do Avivamento para a Igreja Brasileira e para o mundo. Suas mensagens vão ao encontro da nossa alma, do nosso espírito, nos levando a presença de Deus, com um dom que lhe é peculiar de nos levar para dentro das Escrituras Sagradas, simplesmente ele nos faz voltar ao tempo bíblico e revermos cada cena como se fôssemos personagens da história sagrada. O considero “Apóstolo e Profeta das Assembléias de Deus no Século XXI”. E gostaria de compartilhar com aqueles que no momento visitam Minhas Reflexões a biografia do nosso amado Pastor Marco Feliciano, leia, cresça espiritualmente, e lembre-se desta frase, sempre citada por ele, “Sonhe e ouse sonhar; você nunca irá além de seus sonhos”.
Dados biográficos do Pastor Marco Feliciano
Nome: Marco Antonio Feliciano
Nascimento: 12 de outubro de 1972, em Orlândia-SP.
Casado com Edileusa de Castro Silva Feliciano
Filhas: Karen, Ketlin e Kamilly
Estudou o primeiro grau na EE Arthur Oliva e o segundo na EE Alcídio de Souza Prazo. É bacharel em teologia pela Faculdade de Teologia Logos – Faetel (São Paulo) e pastor da Assembléia de Deus Ministério Belém (CGADB). De origem humilde, desde cedo teve de trabalhar para ajudar a mãe, solteira, a sustentar a casa, onde morava com mais oito pessoas em dois cômodos na periferia de Orlândia.
A vida difícil não foi empecilho para dedicar-se à obra de Deus. Levado por um amigo à Igreja Assembléia de Deus, aceitou Jesus Cristo como Salvador aos 14 anos. Logo sentiu a chama do poder do Senhor em sua vida, dedicando-se a estudar a Bíblia e a entender o Espírito Santo. Eram os primórdios da vida do pastor avivalista, que levaria a Palavra de fogo ao mundo. Na adolescência e juventude, uniu-se a grupo de amigos que tinha como objetivo buscar a Deus em espírito e verdade. Assim, todos os dias dedicavam-se a alguma atividade em prol de ganhar almas – cultos na igreja, ao ar livre, nas casas, evangelismo nas ruas... Eram tempos difíceis, quando o Evangelho ainda não havia ganhado a mídia, e crente era alvo de preconceitos e discriminação. Nada, porém, o desanimava. As pregações começaram nessa época, quando tinha 16 ou 17 anos. Todos os momentos eram propícios para entregar uma Palavra a alguém – fosse evangélico ou não. Nas cidades vizinhas, começou a ficar conhecido pelo fogo com que pregava, levando muitos a serem batizados com o Espírito Santo e entregar a vida a Jesus. Em 1996, Feliciano teve uma experiência sobrenatural com Deus. Em seu livro “Chamada de Fogo”, ele conta que foi visitado pelo Senhor, que deu uma unção para pregar a Palavra. “A partir de hoje não és mais o mesmo homem!”, ouviu do céu uma voz dizendo. Não demorou muito, e Marco Feliciano estava sendo convidado para pregar em congressos e reuniões em diversas cidades brasileiras. Tempos difíceis, quando passava dias viajando de ônibus, num trajeto tão incerto quando o dinheiro que mandaria para a esposa, Edileusa, que já cuidava da pequena Karen.
O grande salto na carreira de Feliciano ocorreu em 1999, quando pregou pela primeira vez no congresso dos Gideões Missionários, em Camboriú (SC). Desde então, todos os anos o pastor é um dos preletores convidados e aguardados, levando uma mensagem de avivamento a quem espera um ano para “recarregar as baterias da fé”. Em oito anos do Ministério É Hora de Semear Fogo, já passou por mais de quarenta países de todos os continentes. No ano passado, Feliciano fez cerca de duzentas ministrações, atingindo cerca de 2 milhões de pessoas.
O mais novo empreendimento do pastor Marco Feliciano é a revista “Tempo de Avivamento”, lançada em maio do ano passado e já em sua sexta edição. De cunho pentecostal, ela pretende ser um veículo de comunicação à altura do povo evangélico, priorizando uma informação abalizada e ética. “Tempo de Avivamento” tem a pretensão de ser a voz dos pentecostais brasileiros.
Fonte: www.marcofeliciano.com.br
Não dá para com palavras dissecar o amor de Deus, o apóstolo João em seu evangelho encontrou dificuldades para expressá-lo e disse: “Porque Deus amou o mundo de tal maneira” (Jo 3.16). “Tal maneira”, ele não conseguiu com palavras medir o amor de Deus, porque é impossível medi-lo. Lembro-me quando adolescente ouvia o meu pastor pregar: “Se todo o céu fosse papel, se todas as árvores fossem pincéis, se as águas de todos os mares e oceanos fossem tintas, mesmo assim não conseguiríamos descrever um milésimo da grandiosidade do amor de Deus”. Não nos é possível compreender a dimensão do amor do nosso Deus, por mais que tentamos conseguimos apenas descrever o que está a alcance da nossa limitada compreensão, entretanto, podemos resumir dizendo que o maior desejo dele é conquistar os nossos corações.
Hoje não estou muito bem, ontem passei por uma situação constrangedora, uma calúnia que me deixou triste e abatido de espírito, porém confio em Deus que é Senhor, que faz tempestades se tornarem em bonança, que de um simples escravo como José o faz se tornar governador de todo o Egito, com certeza fará essa situação se tornar em benção para minha vida. SHALOM! Vagner.
Deserto, uma escola de Deus
“Recordar-te-ás de todo o caminho pelo qual, o SENHOR, teu Deus, te Guiou no deserto estes quarenta anos, para te humilhar, para te provar, para saber o que estava no teu coração, se guardarias ou não os Seus mandamentos.” (Deuteronômio, 8.2)
O deserto tem muitas faces: solidão, aridez, desconforto, esterilidade. Todas as vezes que nos vemos em volta de tais realidades é porque inexoravelmente estamos atravessando um deserto. Necessariamente, não precisa ser um Saara, ou um Arizona. Pode ser uma doença inflexível, um problema familiar insolúvel ou uma angustia implacável da perda de um ente querido. Não importa! Seja literal ou não, geográfico ou conjuntural, físico ou psicológico, o fato é que desertos têm sempre a mesma fisionomia: são secos, solitários e terrivelmente deprimentes. São capazes de gerar em nós a pior das sensações: a solidão.
Mas por que passamos por Desertos? Qual o motivo que nos leva vez por outra a passarmos pela experiência dura dos desertos da vida? Por mais que tais realidades sejam subproduzidas por conjunturas criadas pelo próprio homem e suas próprias decisões, a Palavra de Deus nos diz que o deserto (seu e meu), com todas as suas proposituras de dor, sempre é uma escola de Deus.
Quando o curso de nossa vida toma esse aspecto calcinatório e desolado dos ermos é porque Deus está querendo nos ensinar algumas lições importantes, as quais não germinam na topografia da alegria, da bonança e da prosperidade. Só os desertos oferecem “fertilidade” para tais verdades abrolharem em nossas vidas. O texto que lemos nos dá três grandes lições que aprendemos nessa dura, terrível, mas necessária escola de Deus.
1. No deserto nós aprendemos a ouvir a voz de Deus. É interessante o fato da palavra deserto, no hebraico ‘midbar’, vir da mesma raiz da palavra ‘dabhar’ – falar. Isto se deve intrinsecamente ao fato de que o deserto é um lugar onde Deus fala e nós nos dispomos a ouvir. Onde Ele nos comunica as Suas mais importantes mensagens, e nós damos ouvidos à sua voz. Passamos a vida inteira em nosso gáudio sem ouvir (ou dar ouvidos) à Sua voz, mas o deserto corrige isso: é o megafone de Deus, a dizer tudo aquilo que sempre relutamos ouvir, e a nos comunicar tudo aquilo que sempre prescindimos saber. Neste lugar solitário, só a voz de Deus é maior do que a voz da solidão, da dor. Se não fosse essa experiência do deserto pela qual passamos poderíamos viver a vida inteira sem ouvir ou conhecer o que Deus tanto deseja nos ensinar – e que só é possível trazendo-nos a essa angustiante escola de sofrimento.
2. No deserto nós aprendemos ser humildes. O verso 2 diz que Deus levou Seu povo ao deserto para fazê-los humildes (melhor tradução). Isto para ensinar-lhes a dura lição da humildade. Porque o deserto não é só um lugar de condições precárias para a sobrevivência, é também um lugar de obscuridade. Nos desertos nós temos que aprender a conviver com a dura realidade da solidão. Fomos sacados da fama e abandonados no meio do solitário anonimato. Como Moisés (tirado do palácio e levado ao deserto), deixamos de ser importantes, e temos que conviver com a dura realidade da obscuridade. Deixamos de ser “a bola da vez”, o “cara in”, a referência. Essas coisas deixam de ser importantes no deserto: lá é uma lixa de Deus que remove essa espessa e dura camada de orgulho com a qual nos vestimos nos momentos de prosperidade. Que dura lição essa que os desertos nos ensinam, mas necessária. Eles nos ensinam que não precisamos dos “tapinhas nas costas”, dos aplausos, dos holofotes da glória humana. Precisamos apenas de Deus.
3. No deserto nós aprendemos a lição do autoconhecimento. O deserto revela quem nós somos. O verso nos revela esse terceiro propósito: “... para saber o que estava no teu coração...”. Na verdade, não há nada como um deserto para nos ajudar a conhecer o nosso próprio eu. Foi o deserto que revelou o coração maldizente e incrédulo do povo que saiu do Egito. Quando as crises chegaram, eles revelaram quem realmente eram. Todos os bonitos e falsos trajes da aparência foram removidos, dando lugar à verdadeira face do seu coração e do seu caráter. Quando estamos atravessando um deserto, é porque há uma face oculta do nosso ser que precisa ser conhecida e tratada na presença do Senhor.
Não obstante todas as múltiplas faces aterrorizantes que os desertos tenham, todos eles cumprem esse propósito pedagógico em nossas almas. Deus jamais nos põe na fornalha ardente do deserto para nos destruir. Ele apenas nos refina. Nos torna melhores. Pensemos nisso.
Que Deus nos abençoe.
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